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(pt) Italy, FAI, Umanita Nova #7-26 - O Golfo Pérsico está em chamas. Parem a guerra agora! (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Sat, 2 May 2026 09:14:50 +0300


Muitas mortes já foram causadas pelo conflito entre os EUA e Israel, de um lado, e o Irã, de outro. ---- A situação ainda está em evolução e aberta a todas as soluções possíveis. Por isso, é importante discutir e debater, especialmente em relação às ações do governo italiano e da União Europeia. ---- A narrativa predominante, nessa perspectiva, é que a intervenção visa provocar o colapso da República Islâmica.

A ideia de que a guerra e a ocupação militar estrangeira são as piores condições para o início de um processo revolucionário é uma crença antiga do movimento anarquista, pelo menos desde que, sob diferentes perspectivas, Mussolini e Lenin falaram em transformar a guerra imperialista em uma guerra revolucionária. Hoje, a possibilidade de desencadear uma crise que abra caminho para a revolução proletária no Irã é vista com particular preocupação pelos governos que fazem fronteira com o Golfo Pérsico. Acredito que devemos refletir sobre a natureza da intervenção dos EUA e de Israel, uma intervenção que visa bloquear essa crise, tanto impondo uma mudança de regime quanto incentivando o fortalecimento da República Islâmica por meio da agressão. Se essas considerações forem verdadeiras, estamos diante de uma intervenção realizada contra as massas rebeldes.

O governo italiano e outros governos da União Europeia adotaram a narrativa dos EUA e de Israel, exaltando a possibilidade de mudança de regime.

Na reunião de emergência do governo italiano em 28 de fevereiro, uma posição muito perigosa foi adotada, pois Giorgia Meloni "expressou o apoio e a condenação do governo italiano aos ataques injustificáveis sofridos por suas nações" aos chefes de Estado dos países do Golfo Pérsico, sem sequer mencionar a agressão sofrida pelo Irã. Essa postura é perigosa porque reintroduz a narrativa que responsabiliza o Irã pelo início da guerra em curso, que, na narrativa ocidental, foi defensiva. A posição do governo também é perigosa, dada a presença de tropas italianas na região, que poderiam ser chamadas a tomar medidas "defensivas" contra os países do Golfo. Mil soldados italianos estão estacionados apenas no Iraque e no Kuwait, divididos entre a base de Erbil, no Iraque, e Ali al-Salem, no Kuwait. A gravidade da situação é evidenciada pelo fato de que, em 1º de março, o Irã atacou a base Ali al-Salem, que abriga 13.500 soldados americanos.

Em consonância com nossos princípios internacionalistas e antimilitaristas, é importante avançar com o objetivo da retirada imediata das tropas italianas do Golfo Pérsico e do Mar Vermelho. Isso se deve, primordialmente, à proteção da população. Mas também estou convencido de que a possibilidade de uma evolução revolucionária na situação iraniana só pode ser facilitada pela cessação das hostilidades e pela retirada de todas as tropas de ocupação da região do Golfo Pérsico e do Mar Vermelho.

Tiziano Antonelli

https://umanitanova.org/golfo-persico-in-fiamme-fermare-la-guerra-subito/
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