A - I n f o s

a multi-lingual news service by, for, and about anarchists **
News in all languages
Last 40 posts (Homepage) Last two weeks' posts Our archives of old posts

The last 100 posts, according to language
Greek_ 中文 Chinese_ Castellano_ Catalan_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe_ _The.Supplement

The First Few Lines of The Last 10 posts in:
Castellano_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe_
First few lines of all posts of last 24 hours | of past 30 days | of 2002 | of 2003 | of 2004 | of 2005 | of 2006 | of 2007 | of 2008 | of 2009 | of 2010 | of 2011 | of 2012 | of 2013 | of 2014 | of 2015 | of 2016 | of 2017 | of 2018 | of 2019 | of 2020 | of 2021 | of 2022 | of 2023 | of 2024 | of 2025 | of 2026

Syndication Of A-Infos - including RDF - How to Syndicate A-Infos
Subscribe to the a-infos newsgroups

(pt) France, Monde Libertaire - Páginas de História nº 119: Escrevendo a História da Revolução Francesa (ca, de, en, fr, it, tr)[traduccion automatica]

Date Wed, 22 Apr 2026 08:36:07 +0300


Dois livros foram publicados sobre as formas como a Revolução Francesa foi escrita. O primeiro concentra-se nas representações literárias contemporâneas do evento, enquanto o segundo dedica-se à sua escrita até a década de 1930. Olivier Ritz oferece uma análise da história enquanto ela estava sendo escrita. Ele revisita os principais textos contemporâneos da Revolução, período por período, para mostrar como esse episódio revolucionário foi escrito. Ele enfatiza o poder da narrativa em uma época em que o material impresso gozava de circulação sem precedentes. Ele destaca a extraordinária liberdade de expressão utilizada por jornalistas, cronistas e participantes dos eventos. A análise da Tomada da Bastilha ainda deveria ser incluída nos principais relatos jornalísticos. A imprensa tornou-se então uma arma política. Ela foi usada para influenciar a opinião pública, como evidenciado, por exemplo, pela campanha em defesa da revolução e pelo recrutamento de voluntários. As cartas, então, alinhavam-se a um lado ou outro para afirmar seu ponto de vista. Numerosos textos demonstram que esse período foi extraordinário e excepcionalmente rico, e o catalisador para uma mobilização extraordinária. Um dos principais legados da Revolução Francesa foi, em última análise, a liberdade de imprensa.

Guilhaume Lancereau examina a historiografia da Revolução. Escrever sua história no final do século XIX e início do século XX foi uma questão política e histórica de grande relevância. Até o final do século XIX, a historiografia reacionária, até mesmo contrarrevolucionária, prevalecia. Foi somente com as comemorações do centenário, em 1889, que o panorama literário se transformou. O historiador Alphonse Aulard, um republicano convicto, ofereceu uma forma de reabilitação do episódio revolucionário. Escrever história tornou-se uma questão central na qual os historiadores profissionais inicialmente lutaram para encontrar seu lugar, divididos entre a escrita pós-monarquista e a visão marxista, revisada à luz da Revolução de Outubro de 1917. Embora seja possível analisar todos os seus elementos, o mínimo que se pode dizer é que a história continua sujeita a contingências políticas e de memória; este livro demonstra que isso não é novidade...

Uma História Literária da Revolução Francesa
Olivier Ritz
Gallimard 2026 406 pp. EUR10,50

O Culto da História: Escrevendo a Revolução, 1889-1940
Guillaume Lancereau
CNRS Editions 2026 372 pp. EUR25

https://monde-libertaire.net/?articlen=8892
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe https://ainfos.ca/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt
A-Infos Information Center