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(pt) Italy, UCADI #164: ASSASSINATO IMPUNE: LUANA ASSASSINADA EM PRATO (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Wed, 16 Nov 2022 08:38:45 +0200


Não custa nada causar a morte de um trabalhador. Isso é demonstrado pela sentença de Luana D'Orazio, a trabalhadora de 22 anos, morta por uma máquina em uma fábrica de Prato, enquanto trabalhava em uma urdideira cujas grades de segurança foram removidas para torná-la mais rápida. ---- O assassinato - porque é isso mesmo - ocorreu no dia 3 de maio de 2021 em Montemurlo (Prato) por meio de uma máquina de urdidura, na empresa onde trabalhava. A morte ocorreu por esmagamento do tórax (fratura tóraco-pulmonar politraumatizada): uma morte horrível e dolorosa. Isso é causado pela ausência da grade de proteção; mantê-la baixa causaria uma desaceleração na produção, mas protegeria a vida dos envolvidos. O proprietário havia dado instruções para bloquear o portão de segurança para aumentar a produção! As perícias apuraram os fatos, verificando que uma espessa teia de aranha na engrenagem deslizante do portão mostra que a grade de proteção estava constantemente inativa há algum tempo.
Os donos da empresa optaram pelo procedimento abreviado e o julgamento que decorreu determinou que a implementação de uma violação das mais elementares regras de segurança custou ao dono da fábrica dois anos de prisão e uma multa de 10 mil euros e um ano e seis meses ao marido, (ambos com o benefício da condicional), por não ter respeitado as normas de prevenção de acidentes, criando condições para que a urdideira engolisse e esmagasse Luana. O Ministério Público, conforme permite o Código de Processo Penal, acatou a proposta dos réus de impor a delação premiada obrigatória às partes.
Os patrões gostam de dizer que as sentenças não são julgadas com base na indignação que produzem. A sentença do Tribunal de Prato não é apenas indignada, mas injusta porque é injusta a lei que permite que as mortes no trabalho sejam consideradas vítimas de acidentes e não de homicídios.
Mas segurança custa dinheiro e os patrões inventam que a vida de um trabalhador/trabalhador pode acabar por "fatalidade", pois a vida de quem trabalha vale muito menos do que os ganhos perdidos.
Empresários sem escrúpulos, partidos e organizações empresariais que se opunham à criação de um procurador nacional de acidentes de trabalho, como proposto pelo ex-procurador Raffaele Guariniello de Turim, tinham proposto a construção do assassinato de Luana e que se opunham ao endurecimento das penas para quem violar normas de segurança, que não contratam inspetores para supervisionar a aplicação das normas de segurança.
Evitar a morte no trabalho deve responder a um interesse coletivo conscientemente desconsiderado de promover o lucro e garantir a impunidade para aqueles que se aproveitam da necessidade de trabalhar de tantas mulheres e homens. O resultado final de tudo isso é uma
uma delação premiada obrigatória que clama por vingança e que, sem o consentimento dos políticos, o assentimento nunca teria se tornado uma lei e, portanto, uma sentença. Hoje todos sabem o quão pouco vale a vida de um trabalhador que morreu no trabalho, quando vale a vida dos três mortos
dia no trabalho. Se a pena for um impedimento, a sentença de Prato se torna um endosso de comportamento criminoso que continuará impune.
Chegará o dia em que você pagará caro e pagará por tudo!

Crescimento político

http://www.ucadi.org/2022/10/31/omicidi-impuniti-luana-assassinata-a-prato/
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